Diego Torres nasceu em 9 de março de 1971 em Buenos Aires, Argentina. Além da influência de um ambiente marcado profundamente
por uma figura legendária (sua mãe é a famosíssima Lolita Torres) Diego acrescentou todo seu talento e seu carisma pessoal.
Já na adolescência, em 1989, formou uma banda chamada “La Marca”. Paralelamente,
Diego explorou os caminhos da atuação na TV. Dois anos mais tarde, em 1991, a fase de “La Marca” foi encerrada, mas essa
experiência deu a Diego a certeza de que a música e o palco eram definitivamente a sua área.
Apesar das múltiplas ofertas para atuar que recebeu nos anos seguintes, o projeto musical tomou toda a sua atenção e em
1992 editou seu primeiro álbum solo: “Diego Torres”, com produção artística de Cachorro López. Com este álbum de estréia,
Diego firmou sua qualidade como artista. Não foi preciso esperar o lançamento de outros discos para comprovar o seu sucesso.
Em poucos meses, as vendas atingiram (e superaram) o Triplo de Platina na Argentina.
Enquanto isso, uma turnê por todo o país confirmava que a sua intuição não falhara. Dois anos depois, junto com Cachorro López,
lançou seu segundo álbum chamado "Tratar de estar mejor".
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Continuando com a estética inaugurada no disco anterior, este novo álbum apresentou uma combinação de ritmos heterogêneos:
o reggae, a balada romântica e o funk foram os suportes musicais de boas histórias. Diego acabou sendo o artista argentino
de maior venda e público durante os anos 1994 e 1995.
“Tratar de estar mejor” vendeu cerca de meio milhão de cópias só na Argentina e outras tantas no resto do continente americano.
Em 1996, Diego preparou seu terceiro álbum, desta vez, junto com o reconhecido produtor italiano Celso Valli (Jovanotti, Eros
Ramazzotti, Mina, entre outros).
A maioria das canções deste álbum foi composta por Diego junto com Dany Tomas e Marcelo Wengrosky. Foram destaque a participação
do grupo Ketama na faixa "Alba", de Antonio Flores e a participação vocal de Quino (cantor do Big Mountain) em "Siempre hay un
camino"...
Como bônus track, este álbum incorporou a versão pessoal de Diego da canção Penélope. Esta versão foi realizada meses antes
para o disco homenagem a Joan Manuel Serrat, colocando-o como artista de projeção internacional.
Enquanto alternava as turnês de “Luna Nueva” pelo exterior e pelo interior do seu país, preparava o conteúdo do seu próximo
álbum e participava como ator principal em dois filmes argentinos de grande bilheteria: “La Furia” em 1998 e “La Venganza”
em 1999.
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Uma vez finalizadas as atividades de promoção de seus dois filmes de sucesso, Diego voltou a se juntar com Cachorro López
para dar forma a outro novo álbum: “Tal Cual Es”.
Sobre isso, Diego declarou: “Achava que “Diego Torres: Tal cual es”, juntava o meu nome e o nome do álbum formando alguma
coisa que tem muito a ver com este disco, que tem a ver muito comigo. É dar importância a que a essência continue sendo a
mesma após tantos anos de carreira. Logicamente, com todas as mudanças que a gente vai vivendo e todas as coisas que vão
acontecendo, mas refletindo claramente nas letras o que me acontece musicalmente e como pessoa. Por isso achei que era um nome
espontâneo e claro.”
Em 2001 lança o disco “Un mundo diferente”, como um marco dos seus 10 anos de carreira. “Un mundo diferente” foi o trabalho
de maior repercussão e reconhecimento para Diego Torres, tanto na Argentina como em muitos outros países.
As canções de “Un mundo diferente” são profundas; abrem a esperança de que nem tudo é pálido e chato, e ratificam mais uma
vez a importância da música para sair da pressão da realidade.
Por isso, Diego conseguiu, a partir do palco, se transformar em um canal de comunicação para transmitir a seus milhares de
fãs esta idéia tenaz, vencedora e positiva de que "é possível".
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RESUMO DO RECONHECIMENTO:
13 Luna Park de ingressos esgotados.
5 Indicações aos prêmios MTV/ VMALA.
Vencedor do melhor videoclipe "Color Esperanza" MTV, escolhido pelo público.
Artista com mais indicações junto com Juanes e Shakira.
Vencedor dos prêmios TU MÚSICA em Porto Rico de “Melhor Canção Internacional e Melhor Vídeo Internacional "Color Esperanza".
“Color Esperanza” foi escolhida espontaneamente por todas as escolas do país como mensagem de esperança para a família e como segundo hino em todas as festividades cívicas.
“Color Esperanza” foi escolhida, em 11 de setembro de 2002, como mensagem de paz e esperança em todas as rádios da América.
Diego também foi convocado, em 2003, para levar sua mensagem de Esperança, solidariedade e defesa dos valores humanos para um encontro de Sua Santidade, o Papa Juan Pablo II, com a juventude espanhola, em Madri.